O nosso objetivo é Esclarecer dúvidas sobre esse amplo assunto que é a inclusão social. Mais especificamente queremos falar sobre acessibilidade dos deficientes físicos em Rio das Ostras.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
sobre http://www.canalkids.com.br/cidadania/index.htm
Nós entendemos que esse site fala sobre cidadania para crianças com brincadeiras, imagens e curiosidades sobre diversos assuntos como: meio-ambiente, eleições, direitos entre outras
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
sobre o site http://portacurtas.org.br/naescola.asp
esse site fala sobre a inclusão de curtas no planejamento pedagógico de uma escola. Ele fala como fazer e como incluir esse tipo de trabalho na escola e esses curtas sempre têm uma utilidade boa, como ensinar lições de moral. Eles até mostram como fazer isso através de um DVD.
o site http://www.vikmuniz.net/www/index.html
Esse site fala sibre um grande artista plástico que faz arte com um material que hoje em dia para muitos é visto como uma coisa inútil que é o lixo. Muitas vezes ess material pode ser visto como uma porta para a sociedade para um deficiênte, pois com esse material uma pessoa que tem deficiência pode fazer arte e cada vez mais ganhar prestígio de quem antes não o aceitava como pessoa e assim dar a volta por cima.
sobre http://www.inclusao.com.br
esse site tenta coscientizar crianças a ser um bom cidadão, em forma de videos e gifs educativos assim como o http://www.canalkids.com.br/cidadania/index.htm que mostra para as crianças como ser um bom cidadão.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
A arte e a deficiência
A muitos artistas hoje em dia e antigamente que mesmo sendo deficiêntes, deram a volta por cima e fizeram bastante sucesso. Um belo exemplo disso é o escultor Antônio Francisco Lisboa que também era chamado de Aleijadinho
Antônio Francisco Lisboa nasceu em Vila Rica (hoje Ouro Preto), por volta de 1730, sendo filho de um arquiteto português (Manoel Francisco Lisboa) e de uma sua escrava (Isabel). Com saúde plena e sem problemas físicos até seus 47 anos de idade, era um mulato baixo e meio gordo, de forte personalidade e muito perseverante. Aprendeu a ler e a escrever, adquiriu noções de música e de latim, estudou desenho e praticou com todo empenho aspectos de arquitetura e escultura na oficina de seu pai e com mestres da época.
Antônio Francisco Lisboa nasceu em Vila Rica (hoje Ouro Preto), por volta de 1730, sendo filho de um arquiteto português (Manoel Francisco Lisboa) e de uma sua escrava (Isabel). Com saúde plena e sem problemas físicos até seus 47 anos de idade, era um mulato baixo e meio gordo, de forte personalidade e muito perseverante. Aprendeu a ler e a escrever, adquiriu noções de música e de latim, estudou desenho e praticou com todo empenho aspectos de arquitetura e escultura na oficina de seu pai e com mestres da época.
Só começou a sentir os efeitos limitadores de sua misteriosa doença no ano de 1777, quando os médicos de então supunham tratar-se de escorbuto, sífilis ou da propalada zamparina. Médicos que estudaram sua vida e as características de suas lesões hoje consideram tratar-se de tromboangeíte obliterante. Devido a esse mal, aos poucos foi perdendo seus membros superiores e inferiores. Com o tempo, por quase não poder andar, quando viajava para longe, usava um burro; quando ia para perto, ia nas costas de seu escravo Januário. Conseguia trabalhar com o auxílio de seus escravos, com os instrumentos amarrados às suas mãos quase sem dedos.
Mas mesmo com todas as dificuldades, seus méritos continuaram indisputados.
Certamente devido a um certo sentimentalismo lusitano que prevalecia no Brasil, começou a ser reconhecido como o
Aleijadinho e não como Mestre Antônio Francisco Lisboa, como seus contratos reconheciam.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Latifúndios e acessibilidade
Concentração de terra na mão de poucos custa caro ao Brasil
A importância das pequenas propriedades do ponto de vista econômico, social e ambiental desmistificam os argumentos de quem quer preservar a supremacia do latifúndio. A Repórter Brasil inicia uma série de reportagens para trazer uma luz sobre o tema
O latifúndio no Brasil gera pobreza e desemprego, e assim se investe menos com os deficientes no Brasil.Por isso somos a favor de o Brasil ter um limite máximo de acumulação de terras
http://limitedaterra.org.br/
A importância das pequenas propriedades do ponto de vista econômico, social e ambiental desmistificam os argumentos de quem quer preservar a supremacia do latifúndio. A Repórter Brasil inicia uma série de reportagens para trazer uma luz sobre o tema
O latifúndio no Brasil gera pobreza e desemprego, e assim se investe menos com os deficientes no Brasil.Por isso somos a favor de o Brasil ter um limite máximo de acumulação de terras
http://limitedaterra.org.br/
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